quarta-feira, 21 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Under pressure
Estou sofrendo com a pressão. Me derrubar não é difícil, basta um empurrão.
Estão sendo dias difíceis. Não só para mim, mas também para os que estão próximos. Deviamos nos reunir, unir forças, mas chega a um ponto em que cada um vai pra seu lado.
A família foi dividida.
Às vezes fico observando alguns bons amigos. Alguns não suportam e cedem. Pedem pra sair.
Todos os dias eu rezo. Rezo para que o próximo dia seja melhor, para que eu fique mais animado.
Mas eu não sou o único a sofrer com a pressão. A pressão está nas pessoas.
Outro dia saí dando pontapés por aí. Acabei chutando meu cérebro, que estava jogado no chão.
Observei que a insanidade ria na minha cara. Da minha cara! Da pressão em que estou.
Então, no limite da noite comecei a me preocupar comigo mesmo.
Mas já era muito tarde. Então decidi dormir e ver o que aconteceria no dia seguinte.
Nada mudou.
Continuo sob pressão.
sábado, 3 de abril de 2010
Engenharia civil - 2010
"A engenharia se destaca cada vez mais como uma carreira promissora no Brasil. Apesar disso, entidades do setor alertam: há escassez destes profissionais no mercado de trabalho. O problema fica ainda mais grave quando o cargo exige experiência no gerenciamento de grandes obras. "A solidez da economia brasileira deve atrair empresas multinacionais para o país, o que implica na construção de grandes sedes. Além disso, o Brasil terá que se preparar para a Copa de 2014 e para as Olimpíadas de 2016, reconstruindo estádios e ampliando a rede hoteleira. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) também vai fazer com que a demanda por engenheiros civis aumente," avalia Murilo Pinheiro, presidente da Federação Nacional dos Engenheiros. Segundo ele, as vagas nas universidades ainda são poucas para atender a crescente demanda do mercado por estes profissionais. "
O salário de um engenheiro civil varia entre R$5 mil e R$8 mil.
Para um gerente-geral de obras esse valor sobe para R$18 mil e R$20 mil.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
garçom robô
Mas, olhando esse vídeo, eu penso: é a engenharia que faz uma máquina como essa, então foda-se se é curso de doido. hehe
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Enade

Dos quse 25 mil formandos em Engenharia, 6,3 mil estudam em cursos com notas 1 e 2 (a escala vai até 5). Ou seja, cerca de 25% dos futuros profissionais da Engenharia teve formação insatisfatória.
Alguns afirmam que o Enade não é a melhor forma de avaliar o curso.
Outros dizem essas avaliações vão servir, entre outras coisas, para extinguir alguns cursos que possuem "engenharia" no nome, mas não possuem nenhuma relação com a área fazendo com que os mesmos sejam encerrados ou replanejados.
Eu ainda não fui convocado pra fazer o exame. Mas vou fazer. Todos nós faremos, pois agora é obrigatório pra receber o diploma.
Como não fiz, não posso dar uma opinião se é bom pra avaliar o curso ou não. Sei que onde estudo muitos alunos boicotam, afinal, são obrigados a fazer uma prova que não querem fazer, num domingo à tarde, com esse solzão. E, pra completar, não interfere DIRETAMENTE em nada no curriculo. Basta ir la, preencher o nome, esperar o tempo mínimo e sair.
Como eu disse, não interfere em nada DIRETAMENTE. Mas se seu curso recebe baixo conceito duas vezes, a faculdade/universidade recebe um aviso (ou algo assim - como uma advertência). Se acontecer a terceira vez, não pode mais haver vestibular pra o curso. Ou seja, você se forma num curso que não vai mais existir. A ultima turma vai ser a que entrou naquele ano. E pode ser que na hora em que você for procurar seu emprego ou estágio, olhem seu curriculo e seja descartado só pelo nome da faculdade:
- Ah, num foi nessa faculdade que o curso foi encerrado por baixo conceito?
- Foi.
- Ta bom. Qualquer coisa a gente te liga.
E fim.
Então, já que você é obrigado a ir lá (se não for não recebe diploma quando concluir o curso!) e passar um tempo mínimo na sala, não custa nada ler a prova... e responder! Não é possível que você não saiba responder nada.
domingo, 10 de janeiro de 2010
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Nomenclatura atualizada
Hoje, existem 26 mil cursos de graduação. Desse total, sete mil têm nomes diferentes para o mesmo projeto pedagógico. De acordo com o diretor de regulação e supervisão da Sesu a diversidade nas nomenclaturas de engenharia vem de acréscimo de “sobrenomes” ou de digitação errada.
Agora engenharia elétrica, elétrica e eletrônica, eletrotécnica, elétrica e das energias e elétrica industrial passam a ser denominadas apenas como engenharia elétrica. Isso não impede que as universidades criem novos cursos, mas impede que alterem o nome dos cursos por tem uma pequena (e às vezes insignificante) diferença em relação a algum existente.
Os referenciais para a engenharia têm o propósito de facilitar a elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos, orientar estudantes nas escolhas profissionais e dar mais clareza às empresas e órgãos públicos na formação dos quadros de pessoal. A revisão das denominações será feita todo ano, a partir de agora.
Após finalizada a consulta pública, um grupo de especialistas verifica as propostas e faz as alterações necessárias. A partir de janeiro as instituições começarão a fazer as mudanças nas nomenclaturas. Haverá um período de transição, a ser encerrado na próxima avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
Fonte: MEC
