quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

garçom robô

Alguns amigos ficam dizendo que engenharia é curso de doido e tal. Concordo!
Mas, olhando esse vídeo, eu penso: é a engenharia que faz uma máquina como essa, então foda-se se é curso de doido. hehe



terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Enade


De acordo com a avaliação do Enade, os cursos de Engenharia brasileiros são precários.
Dos quse 25 mil formandos em Engenharia, 6,3 mil estudam em cursos com notas 1 e 2 (a escala vai até 5). Ou seja, cerca de 25% dos futuros profissionais da Engenharia teve formação insatisfatória.

Alguns afirmam que o Enade não é a melhor forma de avaliar o curso.
Outros dizem essas avaliações vão servir, entre outras coisas, para extinguir alguns cursos que possuem "engenharia" no nome, mas não possuem nenhuma relação com a área fazendo com que os mesmos sejam encerrados ou replanejados.

Eu ainda não fui convocado pra fazer o exame. Mas vou fazer. Todos nós faremos, pois agora é obrigatório pra receber o diploma.

Como não fiz, não posso dar uma opinião se é bom pra avaliar o curso ou não. Sei que onde estudo muitos alunos boicotam, afinal, são obrigados a fazer uma prova que não querem fazer, num domingo à tarde, com esse solzão. E, pra completar, não interfere DIRETAMENTE em nada no curriculo. Basta ir la, preencher o nome, esperar o tempo mínimo e sair.

Campanha de boicote ao Enade.


Como eu disse, não interfere em nada DIRETAMENTE. Mas se seu curso recebe baixo conceito duas vezes, a faculdade/universidade recebe um aviso (ou algo assim - como uma advertência). Se acontecer a terceira vez, não pode mais haver vestibular pra o curso. Ou seja, você se forma num curso que não vai mais existir. A ultima turma vai ser a que entrou naquele ano. E pode ser que na hora em que você for procurar seu emprego ou estágio, olhem seu curriculo e seja descartado só pelo nome da faculdade:
- Ah, num foi nessa faculdade que o curso foi encerrado por baixo conceito?
- Foi.
- Ta bom. Qualquer coisa a gente te liga.
E fim.

Então, já que você é obrigado a ir lá (se não for não recebe diploma quando concluir o curso!) e passar um tempo mínimo na sala, não custa nada ler a prova... e responder! Não é possível que você não saiba responder nada.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Hitler e cálculo

O vídeo num é tão novo... mas é engraçado, tá valendo. =]

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Nomenclatura atualizada

Não sei se todos vocês sabem, mas em junho desse ano as nomenclaturas dos cursos de engenharia foram atualizadas. Eram 258 nomenclaturas diferentes (!!!!), agora são apenas 22.
A Secretaria de Educação Superior (Sesu) dispôs para consulta pública os referenciais nacionais dos cursos da área para que o meio acadêmico e a sociedade em geral pudessem propor mudanças e inclusões.

Hoje, existem 26 mil cursos de graduação. Desse total, sete mil têm nomes diferentes para o mesmo projeto pedagógico. De acordo com o diretor de regulação e supervisão da Sesu a diversidade nas nomenclaturas de engenharia vem de acréscimo de “sobrenomes” ou de digitação errada.

Agora engenharia elétrica, elétrica e eletrônica, eletrotécnica, elétrica e das energias e elétrica industrial passam a ser denominadas apenas como engenharia elétrica. Isso não impede que as universidades criem novos cursos, mas impede que alterem o nome dos cursos por tem uma pequena (e às vezes insignificante) diferença em relação a algum existente.

Os referenciais para a engenharia têm o propósito de facilitar a elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos, orientar estudantes nas escolhas profissionais e dar mais clareza às empresas e órgãos públicos na formação dos quadros de pessoal. A revisão das denominações será feita todo ano, a partir de agora.

Após finalizada a consulta pública, um grupo de especialistas verifica as propostas e faz as alterações necessárias. A partir de janeiro as instituições começarão a fazer as mudanças nas nomenclaturas. Haverá um período de transição, a ser encerrado na próxima avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Fonte: MEC

domingo, 22 de novembro de 2009

Número de engenheiros precisa quadruplicar no Brasil

Texto extraído do site do MEC.

O Brasil precisa quadruplicar o número de doutores na área de engenharia, nos próximos seis anos, para expandir o desempenho industrial e empresarial. Esta foi uma das conclusões do Fórum Brafitec, que reúne pesquisadores brasileiros e franceses em Fortaleza. O programa Brafitec é uma parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) com a Conferência de Diretores de Escolas e Formação de Engenheiros da França (Cdefi), que financia o intercâmbio de estudantes de engenharia entre os dois países.
“O número de doutores na área das engenharias é insuficiente para atender a demanda. O que
formamos mal substitui as aposentadorias dos núcleos de pesquisa das universidades”, disse o presidente da Capes, Jorge Guimarães. Em 2005, o Brasil formou 1.114 doutores em engenharias de um total de 8.989 titulados no mesmo ano. Terá de formar pelo menos quatro mil em 2010.

Segundo Guimarães, a velocidade do desenvolvimento de empresas e indústrias de um país depende da disponibilidade de engenheiros altamente qualificados. “Não temos falta de
qualidade, mas de quantidade”, salientou. O País tem 4.894 professores nas engenharias. São 139 cursos de doutorado, 98% dos quais em instituições públicas. “Há enorme demanda de pessoal qualificado nas áreas de energia, petróleo e gás, minas e metalurgia, automação industrial, bens de capital e muitas outras.”

A demanda é manifestada à Capes por diversas empresas e se estende a pessoal técnico de nível médio.

No Brasil, há pelo menos 13 centros de alto nível apoiados pela Capes para a formação de recursos humanos pós-graduados em engenharias nas universidades e em outras instituições. Também há a preocupação de investir em iniciativas de qualidade em várias regiões do
país. “Precisamos, de forma urgente, reforçar as ações que qualificam o ensino de matemática e ciências nos níveis fundamental e médio porque isso é decisivo na hora da formação do estudante”, constatou Guimarães.


Esse texto foi publicado há uns meses, mas achei válido postar.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

primeiro engenheiro

O homem primitivo tinha as mesmas necessidades do homem moderno.
Entretanto, sem as corretas tecnologias, ele tinha de ser muito criativo.



Eu ri muito!

sábado, 7 de novembro de 2009

bla bla bla

"137 postagens, última publicação em 14/09/2009 " - É essa a mensagem exibida na minha tela inicial do blogger.

Só pra constar: estou vivo (ainda) e em breve volto a postar.